Um dia desses, divagava com uma amiga sobre o amor...( lá vem...rs), pois bem, cheguei a conclusão que no lugar do coração eu devo ter uma batata doce ou até mesmo uma resistência queimada de chuveiro, não é possível, a gente sempre gosta de quem não merece, não gosta de quem deveria e nem para pra pensar em possíveis amizades e olha que quando falo de amor, de sentimentos estou falando de todo tipo de amor.
Essa coisa de sentimento é muito doida, consegue mesmo nos deixar confusos, assim como tudo isto que escrevo agora, mas como sempre digo: - É o que tem pra hoje!!!!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Dia de tombar folgado
Ontem meu amigo Alê convidou-me para assistir uma peça do amigo global Leonardo Miggiorin, foi fantástica, mas antes preciso contar os deliciosos incidentes até a hora da peça começar.
Assim que chegamos fomos procurar a lista de convidados, para nossa frustração os nossos nomes não estavam lá e então o Ale ligou para criatura avisando, em seguida veio um torpedo: Querido: Peça ao Fulano de Tal os convites, mais uma vez nós fomos falar com o “enviado” e a criatura com aquela cara de FDP do tipo: - Não adianta que daqui ninguém passa! Eis que de repente o telefone toca e era o Léo e meu amigo chiquérrimo olha para o telefone e diz: - Ops, é ele, você quer falar com ele? Logicamente que com essa pergunta ele tombou e revirou com a pessoa que ficou com cara de bacia na nossa frente, só que resolvemos esperar para falar com o Léo e assim que ele apareceu atrasado e esbaforido para o início da peça mandou o traste com cara de bacia arrumar dois lugares bacanas pra gente, para nossa surpresa e deleite sentamos na primeira fila bem de cara com os atores.
A peça foi legal, logicamente chorei muito, pois como muitos sabem, choro até no comercial de margarina, mas no ponto alto da história, um silêncio absurdo, o meu estômago resolveu me lembrar que estava com fome e sem nenhuma cerimônia fez o maior barulho e o meu estado de choro transformou-se numa contenção desesperada da nossa gargalhada, coisas que só poderiam acontecer comigo...
No final foi muito bacana, pois sempre rola aquela tietagem básica, fotos e sempre sobram muitas risadas.
Assim que chegamos fomos procurar a lista de convidados, para nossa frustração os nossos nomes não estavam lá e então o Ale ligou para criatura avisando, em seguida veio um torpedo: Querido: Peça ao Fulano de Tal os convites, mais uma vez nós fomos falar com o “enviado” e a criatura com aquela cara de FDP do tipo: - Não adianta que daqui ninguém passa! Eis que de repente o telefone toca e era o Léo e meu amigo chiquérrimo olha para o telefone e diz: - Ops, é ele, você quer falar com ele? Logicamente que com essa pergunta ele tombou e revirou com a pessoa que ficou com cara de bacia na nossa frente, só que resolvemos esperar para falar com o Léo e assim que ele apareceu atrasado e esbaforido para o início da peça mandou o traste com cara de bacia arrumar dois lugares bacanas pra gente, para nossa surpresa e deleite sentamos na primeira fila bem de cara com os atores.
A peça foi legal, logicamente chorei muito, pois como muitos sabem, choro até no comercial de margarina, mas no ponto alto da história, um silêncio absurdo, o meu estômago resolveu me lembrar que estava com fome e sem nenhuma cerimônia fez o maior barulho e o meu estado de choro transformou-se numa contenção desesperada da nossa gargalhada, coisas que só poderiam acontecer comigo...
No final foi muito bacana, pois sempre rola aquela tietagem básica, fotos e sempre sobram muitas risadas.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Quero o meu povo
Nessa confusão toda da morte de Michael Jackson, a minha estagiária chorou uma semana inteirinha por conta disso, até eu que gostava do cara já não suportava mais.
A maior parte da turma da minha sala saiu de férias, meu querido amigo também, ou seja, estamos eu e Marlene tomando conta de tudo e trabalhando por quatro.
O feriadão prolongado foi punk, viagem marcada às pressas para o interior para visitar a Vó Isabel, o meu filhote foi para Brasília com a avó dele visitar os tios, tudo bem que ele me liga todos os dias, mas sabe como é, mãe é mãe... e depois que desligo o telefone me desmancho em choro, óbvio. Saudades.... buááá....
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